Aprendizagem intercultural no processo de formação de migrantes venezuelanos
DOI:
https://doi.org/10.35622/j.rca.2022.01.001Palavras-chave:
professor, educação, intercâmbio cultural, migraçãoResumo
A aprendizagem intercultural que ocorre com os migrantes nas zonas fronteiriças deve ser entendida como um recurso e não como um obstáculo nas escolas. Nos últimos anos tem aumentado o fluxo de migrantes, especialmente da Venezuela, que têm direito à educação, portanto, o objetivo da investigação é; analisar como a aprendizagem intercultural contribui para o processo de formação de estudantes migrantes venezuelanos da Instituição Educacional Tomas Arturo Sánchez, residentes do Município de Ipiales - Nariño. A pesquisa foi desenvolvida com abordagem qualitativa, com desenho de pesquisa-ação, utilizando a entrevista e a observação participante. Foram definidos três tipos de aprendizagem intercultural, geridos pelos professores da Instituição Educacional Tomas Arturo Sánchez no município de Ipiales, com estudantes migrantes venezuelanos, que são: Aprendizagem em situações cotidianas de trabalho, aprendizagem em processos migratórios e aprendizagem e pesquisa com propostas ou contribuições. didático. Constatou-se que a aprendizagem em processos migratórios e a aprendizagem e pesquisa com propostas ou contribuições didáticas, apresentam maior frequência em seu uso, como maior aceitação pelos alunos, com alto domínio do professor e alta cobertura em relação ao total de migrantes matriculados na instituição. Finalmente, propõe-se uma nova aprendizagem intercultural que contribua para o processo de formação dos estudantes migrantes venezuelanos.
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